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Abaixo, você encontra meus livros publicados. Todos estão disponíveis na Amazon.

Relações poéticas

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Sinopse por Aline Mariane.

Quem passa intacto pela vida? Os sentimentos que formam os poemas do Igor Marcondes revelam o fruto de todas as Relações Poéticas descritas neste livro: as marcas. Trazendo a fórmula, nem sempre exata, que mistura experiências que crescem e se transformam em sentimentos e, posteriormente, se tornam marcas; nas primeiras páginas deste livro, você vai se deparar com o poema Condição.

Condição traz à tona também o significado das nossas escolhas e como elas são determinantes para o nosso futuro. As relações são inevitáveis? E as marcas oriundas delas também são? Elas podem ser tudo: boas, ruins, indiferentes.

Relações Poéticas fala sobre marcas. Marcas que moram em todos nós. Marcas que ultrapassam a superficialidade da pele e, quando machucam, o fazem sempre nos provando que de abstratos os sentimentos não têm absolutamente nada.

Os poemas deste livro traduzem e tornam concretos cada um dos sentimentos que ficam em nós. Por isso, Relações Poéticas nos faz olhar pra dentro a partir do que existiu ou ainda existe aqui fora.

Quem passa intacto pela vida? Aqui tem cada uma das nossas marcas traduzidas em palavras.


Uma cura para a vida

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Quando o tempo se desprende da linearidade comum, os eventos de uma vida se mesclam e revelam como a atitude mais simples, o menor ser vivo e o sentimento mais puro podem se conectar para oferecer um alívio à ferida aberta que é viver.

Autor de Um poema para cada dia em que não te vi e Cinza São Paulo, Igor Marcondes examina a proximidade entre a morte e a espiritualidade de maneira sincera e sentimental.


Um poema para cada dia em que não te vi

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O amor e nós somos um, por Rebeca Benício.

Um poema para cada dia em que não te vi é uma coletânea de sentimentos. E digo sentimentos – e não poemas –, porque o Igor sente através das palavras, ele se transporta e nos envolve em rimas, espaços, pontos e vírgulas. Somos levados a sentir, como se fosse algo nosso, o que há dentro de seu coração e seus dedos colocaram no papel, porque, afinal, pode(ria) ser.

O amor, tema central desta coletânea, nem sempre é romântico, às vezes é duro, sujo e melancólico, mas não deixa de ser o amor em uma de suas diversas formas. E só porque não é a forma “ideal”, deveríamos deixar de senti-lo? Igor nos mostra que não, porque o amor e nós somos um. Não há um sem o outro, e ao tentar deixar de senti-lo, perdemos a nossa essência, a nossa identidade. O objeto amado (e por vezes até odiado) é a representação física do amor que carregamos dentro de nós, o amor que faz parte de nós.

Encontramos aqui o desejo, a fraqueza, a força, a necessidade, a raiva e uma busca por redenção ao mesmo tempo em que não a deseja de forma desesperada. É a representação do fluxo de sentimentos, muitas vezes contraditórios, que envolvem o ato de amar.

É leitura indispensável a todos que são amor.


Cinza São Paulo

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Pago pra curar o que o capital ajudou a macular, por Gabriel Duarte Rodrigues.

Entre os contos que compõe este livro existe um, logo nas primeiras páginas, intitulado “Ignorância”. Esse texto fala sobre coisas que sentimos, mas não sabemos dar nome. E é justamente isso que o Igor faz durante toda a obra, dá nomes aos seus sentimentos mais íntimos e mais públicos.

Como um dicionário de traumas, medos, amores, ele dá nomes: viado, lobo, silêncio, greve, dor. Cada palavra vem acompanhada do seu significado, como um vulcão, destruindo e reconstruindo o universo a sua volta.

Em tempos de ódio, esse livro não é só um desabafo, é um gesto político. Uma jornada que vai desde o cordão umbilical, passando por fluídos corporais e culmina no descompasso do capitalismo, das leis trabalhistas, da sociedade do consumo que sufoca, que macula, que acinzenta.

Cada texto aqui é como um espelho. As personagens são pessoas que conhecemos, os cenários são lugares que frequentamos, as paredes são as mesmas que batemos de frente e nos machucamos.

Tem uma vida inteira escrita aqui. A sua, inclusive.